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TERCEIRO DIA - CONCLUSÃO DA MESA REDONDA LEVA MOÇÃO

29.09.2012

DISCUSSÕES BASTANTE PARTICIPATIVAS - CONTRIBUIÇÕES VALIOSAS QUE TERÃO DISCUSSÕES CONCLUIDAS NO IV CONGRESSO NACIONAL EM 2013

As mesas redondas trouxeram discussões calorosas equilibradas, com experiências e sugestões produtivas que contribuiram consideravelmente para o resultado final do congresso: tirar um documento para ser encaminhado ao Ministro Gilberto Carvalho, deputados, senadores, ministérios, etc.


Formada comissão para discutir a os temas


para compor a MOÇÃO de intenções da categoria.

 


Marlete Nóbrega (Paraiba) sugeriu fazer uma mudança para fortalecer a farmácia viva, devido a limitação legal para prescrever/preparar fitoterápicos. Mas o terapeuta pode ter uma farmácia viva e seu próprio horto desde que registrado. Isso pode ser criado em todos os municípios como já existe em João Pessoa-PB.

 

DR. CARLOS MARTINEZ (Bahia) falou que "os médicos no passado davam risada quando se falava em acupuntura e homeopatia. O diagnóstico médico é emitido com o CRM, mas o terapeuta também pode fazer o diagnostico de acupuntura, etc. Que a lei de alienação parental cita equipe multidisciplinar e isso não fica preso a uma só classe profissional. O parecer opinativo é na sua defesa também atendido pelo terapeuta, portando necessário que se evite ser cerceado de suas prerrogativas."

Padre Renato propôs recolher assinaturas e convocar as entidades de terapeutas do país para reunir com o Ministério da Saúde.
Insiste que "deve se propor uma lei com os deputados e senadores onde conste que devemos ser chamados de médico naturista"

Adeilde informou que a FENATE reconhece que existem entidades fazendo coletas de assinaturas mas em movimento paralelo, ao invés de somar, atrapalhando a agilidade do processo de reconhecimento da categoria no país.

Padre Renato questionou  se através da justiça se pode ir a termos federais para legalizar o trabalho do terapeuta.

 


Rosali Cortêz (Natal-RN), observa que os laboratórios tem medo de manipular as fórmulas prescritas pelos terapeutas. Informou que no Rio Grande do Norte há uma lei estadual que reconhece o trabalho do terapeuta e das benzedeiras e já se realiza em hospitais o trabalho com terapias naturais.

Adeilde informou que o SUS - Sistema Único de Saúde não contempla o terapeuta.
Alerta que o terapeuta que atende em hospitais, postos de saúde, são apenas voluntários. Usou o termo "Escravo Branco" para alertar que necessitamos ser contratados e não admitidos como simples voluntários.

Ricardo(Paraiba) citou que diferente do médico, o terapeuta vê o paciente como um todo, quando o paciente vai ao medico ele fala da doença e não do paciente. O terapeuta vai observar os sinais e sintomas como base para tratar o paciente. O acupunturista faz o diagnóstico energético que não tem a ver com a medicina alopática.

Ricardo Gomes falou ainda que quando o ministro vier (Dr Gilberto Carvalho, esperado pelos congressistas, mas não compareceu) devemos mostrar a ele no que as terapias podem contribuir para com o baixo custo para o Governo Federal.


Margarida Barros (Recife) fala da necessidade urgente de legalização com fins a obter o apoio e respeito da sociedade e evitar que outras classes entrem na área de atuação do terapeuta

 

 


 

Palmira (Paraiba) falou sobre a legalidade das atividades dos terapeutas informou que “até hoje pensava já era legalizado.” 

Adeilde falou que a legalidade de uma categoria profissional não se faz num estalar de dedos, e que a maior dificuldade está na desunião da classe. Informa que a CBO, há pouco tempo, só havia quiropraxia, e pelo trabalho realizado pela FENATE, influenciou a que se incluissem outras terapias, o que já foi um grande avanço..


OUTRAS PARTICIPAÇÕES

ALMIR COMITRE (São Paulo) questionou qual seria a quantidade de assinaturas necessárias para  que se torne lei. Em cinco Estados  é 1% do total de votantes nacional, questionou se os terapeutas tem condições de fazer essa coleta de assinaturas, sugeriu criar uma página no site da FENATE para recolher assinaturas, informou que na Medicina Tradicional Chinesa os médicos também prescrevem tratamentos alternativos. Apresentou uma carta do Consulado da China onde fala da milenar tradição da sua medicina e sua aplicação hoje que se combina com a ocidental. Para se pratica-la não é necessário formação em medicina tradicional alopática e que a medicina chinesa deve ser usada para todos os povos.
A Medicina Tradicional Chinesa  é parte da história universal e se tirar isso dos terapeutas é dar um tiro no pé. Deve-se reunir forças para criar leis, recolher assinaturas de amigos, pacientes, familiares.

SEVE CUNHA falou sobre o têrmo "diagnóstico", que considera genérico. Na sua atividade usa o termo “anamnese”  e ao invés vez de “paciente” usa o termo “cliente”. 
Adeilde sugeriu que se anotassem esses termos para depois avaliá-los posteriormente, no IV Congresso Nacional de Terapeutas. Alguns terapeutas usam os termos agente, paciente, interagente, cliente, etc.

BRANDÃO falou de sua atividade como nutrólogo e suas pesquisas com produtos como o óleo de rã, assim como plantas. Vê os resultados extraordinários o que o estimulou a fazer um trabalho nessa área, porém reconhece a dificuldade quanto a obtenção das informações e que em alguns casos as pessoas pensam ser ilegais. Percebe a dificuldade sobre quem pode e quem não pode fazer diagnostico.

CARMÉLIA MARTINS (Rio Grande do Norte) citou que precisa de mais união e respeito entre os próprios terapeutas para fazer prevalecer seus direitos e também a necessidade de reflexão sobre sua identidade, seus termos próprios, ciente de que eles podem não ser exclusivos.

WILSON NEMES (Paraná) citou que os termos técnicos de nomenclatura usados pelos terapeutas que estão sendo discutidos no  encontro,  são do ponto de vista deste país. Exemplificou que a medicina é aquela que cura. E sugeriu usar o termo TERAPEUTA, ao invés de DOUTOR, para não criar problema. Citou um caso ocorrido em Natal-RN, de uma terapeuta homeopata que se identificava como médica homeopata por ter-se formado em Medicina Natural no Paraguai. Lá o termo "Médico" é reconhecido, porém no Brasil, NÃO É. A questão foi parar na justiça, com ganho de causa conforme legislação existente.

IRMÃ SOCORRO (Paraiba) falou que, em sua opinião, todo terapeuta deve ser um místico contemplativo e isto independente de religião, que faz das suas consultas uma celebração. “- Não se enganem, ou fazemos a obra com Jesus ou não fazemos nada”.  Fazer para ganhar dinheiro não é o único objetivo do terapeuta. Ou você é um missionário ou um charlatão.”

JÚLIA SILVEIRA (Rio Grande do Sul) diz "quando a pessoa fala que é terapeuta holístico isso a confunde, como identificar então? Como Reikiano, etc. Lei para terapeuta holístico, terapeuta naturista? Há uma lei recolhendo assinaturas para legalizar o naturopata. O que nós somos?"
Adeilde informou que na classificação  do Ministério do Trabalho existe o terapeuta holístico, massoterapeuta, etc. A FENATE defende o termo TERAPEUTA, unindo todas as terapias em um único grupo, com as suas especialidades.

Doutor José Augusto falou que quando esteve no Congresso de Massoterapeutas tomou conhecimento de uma pesquisa no contexto da Medicina Tradicional Chinesa o que poderia ter de retorno para o Estado. Citou o exemplo de como ocorre o atendimento no Brasil no serviço médico dos Estados e seu custo, que há o uso do qi gong na Venezuela, porém não foi aceito no Brasil. Que os terapeutas não devem ficar batendo de frente com os médicos, isso já ocorre entre eles mesmos. Os terapeutas devem centrar suas energias em outras coisas, devem ter os médicos como amigos e companheiros, sabendo que há momentos em que a alopatia é necessária, Então se deve somar as forças.
Ana Maria do Carmo  falou da necessidade da legalização e dos congressistas buscarem a aprovação do povo, fazer o seu trabalho com amor e dignidade e fazer o povo tomar a decisão.
Helen Carvalho falou que apresentou em ItaúnaMG em 2008 um projeto de lei para aprovação das terapias naturais no município, que existe um passo a passo para o projeto e assim como atuou no seu município pode ser feito por todos, será uma força a mais que pode auxiliar na mobilização nacional junto aos congressistas. Seguir uma metodologia especifica facilita e ela se dispõe a auxiliar nisso.
Foi falado também que a Associação Brasileira dos Municípios realiza reuniões periódicas  em Maringá-MG e pode-se buscar o seu apoio a causa dos terapeutas.

 

DEPOIMENTOS SOBRE O III CONGRESSO NACIONAL DE TERAPEUTAS

´´Tive a oportunidade de participar do III Congresso Nacional de Terapias,em João Pessoa, realizado pela Fenate e somente elogios tenho  a fazer.Pois os trabalhos da Fenate em prol dos profissionais das terapias é algo que deve ser respeitado e apoiado por todos nós´´
Prof. Dr. José Augusto Maciel Torres, Doutor (Ph.D.) em Psicologia e em Filosofia,escritor,professor universitário, Diretor da  FACEI(faculdade sediada em Salvador,Bahia),acupunturista e massoterapeuta.

AGRADECIMENTOS

Nossos agradecimentos especiais ao casal RONERES E GENUINO(RN) pelo apanhado cuidadoso, aqui expostos, das falas e palestras ocorridos neste evento. Isso mostra que nossa categoria está começando a dar as mãos realmente para chegarmos aos resultados que tanto almejamos. A UNIÃO FAZ A FORÇA!

AOS ADVOGADOS DR FRANCISCO DE PAULA PINTO (RN) E CARLOS MARTINEZ (BA) NA CONDUÇÃO DA ELABORAÇÃO DA PARTE JURÍDICA DA MOÇÃO, E ORIENTAÇÕES EFETIVAS NAS DISCUSSÕES QUE NORTEARAM OS CONGRESSISTAS EM TÃO IMPORTANTE EVENTO

 

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