POLÍCIA FEDERAL E FENATE DISCUTEM A IMPORTÂNCIA DA SINDICALIZAÇÃO

11.05.2011

O Presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, Marcos Vinício de Souza Wink, e o Secretário Geral João Valderi de Souza, reunem com a Presidenta da FENATE Adeilde Marques, na Câmara dos Deputados e discutem sobre a importância do fortalecimento dos sindicatos estaduais.

Para Wink, "uma categoria em formação, com mais de 600.00 profissionais é uma força, que se não estiver organizada não vai a lugar nenhum". Para ele, a organização vem através dos sindicatos que vão operar dentro dos Estados para cuidar das questões regionais, das relações do trabalhador e empregador, mas que precisa de uma entidade nacional pois é esta que vai trabalhar as políticas e até ações judiciais de grande porte, por isso é fundamental que a federação exista.

"No caso da Polícia Federal, nós saimos da ditadura militar e éramos um órgão que combatia o movimento sindical, no entanto vimos a possibilidade de criar o sindicato, fomos à luta e hoje temos sindicatos nos 27 Estados da federação. Todos os Estados contribuindo, todos os policiais federais sindicalizados porque tomamos a consciência da importância da organização. Tanto a federação, como os sindicatos, como os sindicalizados, todos somos importantes e precisamos ter a consciência de que é necessário contribuir para sermos fortes. É fundamental para qualquer categoria que, para crescer, precisa investir no sindicato." disse Wink.

E manda um recado para a categoria de terapeutas dizendo: "Todo trabalhador, todo terapeuta, procure seu sindicato, fortaleça seu sindicato para fortalecer a federação que é dele! Se tiver que mexer no estatuto, mexa, democratize. Mas todos têm que participar pois as grandes vitórias que tivemos na Polícia Federal nas questões salariais, na valorização pessoal, a exigência da formação do Policial Federal hoje, tudo isso foi luta feita por nós da federação com todos os sindicatos. É necessário que haja a contribuição para fortalecer", concluiu Wink

João Valderi de Souza, Secretário Geral da Federação dos Policias Federais diz: " Temos 14.000 (quatrorze mil) policiais federais no Brasil. Se tivéssemos um décimo da quantidade que tem a categoria de Terapeutas, todos contribuindo, imagine o que faríamos!"

E continua salientando que "Uma categoria com esse número de profissionais (mais de seiscentos mil) não ter o espaço que deveria ter hoje, demonstra ineficiência do seu associado que não contribui. Nenhuma entidade no mundo chega ao sucesso se não tiver a contribuição do seu associado. Só assim se tornarão fortes para conseguirem a Lei que quiserem, ter respaldo no Congresso para aprovação, etc. Nós da Polícia Federal estamos andando nesta linha, e nós somos apenas 14.000 (quatorze mil) e nossa federação tem a força porque todos os sindicatos e todos os sindicalizados contribuem. Se o terapeuta quer ser reconhecido, quer ver sua profissão regulamentada no país, tem que cumprir com suas obrigações estatutárias. Senão, não vão a lugar nenhum. A orientação que damos é simplesmente que cada um tenha a consciência política de que é necessário contribuir para assim conquistar as metas que pleiteiam", conclui Valderi.

Segundo a presidenta da FENATE, Adeilde Marques, as orientações e apoio da Polícia Federal são de fundamental importância, pois as categorias com suas histórias de luta contribuem fundamentalmente para nortear a trajetória por que trilha a Federação Nacional dos Terapeutas em busca da Lei. Como sempre diz Adeilde MArques, "sem Ordem não há Progresso! Sem Lei continuaremos somente no campio da ocupação", conclui.

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