05/12/09 -

De 26 a 27 de novembro foram discutidos, na cidade de João Pessoa, no advento do II Seminário do Nordeste da Força Sindical, os temas: Perspectiva, Alternativas e Emprego no Nordeste.

A abertura contou com a presença do deputado Paulo Pereira da Silva, Presidente da Força Sindical, do governador da Paraiba José Maranhão que agradeceu a presença do deputado Paulinho, afirmando que a Paraiba acompanha com simpatia o trabalho do mesmo, sobretudo na luta em defesa do trabalhador brasileiro.



Segundo Paulo Pereira, a importância deste encontro no nordeste, região do país que está em crescimento, é para fortalecer a Central. No encontro os debates foram as bandeiras de luta e "oferecer contribuição para a construção de uma sociedade mais justa, com emprego e renda para todos".



Paulinho salientou que deve aos companheiros o grande crescimento da Força Sindical. Lembrou que durante a crise, 98% do trabalhador no Brasil teve mais emprego. E que conseguiu que o governo desse aumento de 12% no salário mínimo. Mas ratificou que "agora é hora de acelerar" e que a política do salário mínimo é uma questão prioritária.


O governador Maranhão (esquerda) discorreu sobre a história quando citou a origem desde o PTB do Brizola, que tinha compromisso com o povo brasileiro, vindo em seguida o Golpe de 64 quando foi cassado. Falou sobre a passagem do MDB, hoje PMDB, PDT e outras forças políticas. Fala sobresua volta à militância em 82, com a queda do regime militar. Depois de lembrar vários fatos da história política do Brasil, desejou boas vindas ao Paulo Pereira e a todos os integrantes do evento, encerrando com as frases: "Há um produto na Paraíba que faz a diferença - paraibamo é gente que gosta de gente"

O Secretário Geral da Força Sindical, Juruna (acima direita) "o trabalhador teve um papel preponderante. Mas o que melhorou a nossa economia foi que o Brasil investiu no seu mercado interno, principalmente o nordeste, e valorizou o papel das Centrais, descentralizou a economia, nos deu direito de ter parlamentares no Congresso e Estados. Lembrou que "há 24 anos temos um período de democracia: "diretas já", "Constituinte", Impeachmente de Collor", etc". E reforçou que a Força Sindical nasceu no sentido de construir uma central de trabalhadores publipartidária para atender as questões dos trabalhadores. Que atualmente a Força vem melhorando a sua organização politicamente nos Estados pois acredita na unidade de ação. Na sua fala fez menção a várias sugestões como a importância da qualificação, a cosntrução de propostas com as outras centrais, a abertura de mais negociações, dentre outras.

O Economista Luiz Antônio de Moura Ferreira (acima esquerda) mostrou as "Prespectivas, Alternativas e Emprego no Nordeste" através de estatísticas, valorizando a ação das centrais que veio a beneficiar o trabalhador no nordeste. Fez importantes sugestões principalmente a mobilização do trabalhador no advento do salário minimo, mostrado também a importância do acesso das Centrais aos bancos que investem no país como Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste.

O Analista Político Marcos Verlaine da Silva Pinto, DIAP (acima direita), falou que a partir do momento em que as Centrais foram legalizadas o movimento sindical deu um salto em qualidade. Que as centrais buscaram o DIAP para elaborarem uma agenda. Que atualmente os trabalhadores, a sociedade, os partidos se mobilizam mais. Salientando ser de fundamental importância o papel das Centrais, o papel dos Dirigentes Sindicais.

Os trabalhos, nos dois dias em que aconteceram, tiveram a participação do Ex-ministro do Trabalho Rogério Magri,
(acima esquerda) que conduziu com a firmeza e dignidade que lhe são peculiar. As mulheres também fizeram a diferença
(acima direita). A participação no que concerne a sugestões a apontamento de situações foi enriquecedor para o evento.


 

A participação da Presidenta da FENATE, Adeilde Marques, citando a situação dos Terapeutas no Brasil, foi ouvida com atenção. O Economista Luiz Moura (DIEESE) sugeriu que, diante do movimento em busca da regulamentação, o apoio das Centrais vai ser de fundamental importância para atingir a meta final.

A importância do evento,foi salientada por Geraldinho, que disse ter sido um dos seminários mais ricos que ele conheceu no movimento sindical.

Para Hugo Perez, assessor da Força Sindical, "a luta sindical é uma luta permanente. Dai a importância de capacitar para organizar - o objetivo deste seminário. Organizar para mobilizar; mobilizar para conquistar"

 

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